É natural do homem se alimentar de carnes?

O homem por natureza não foi feito para comer carne: depois de muitos estudos e investigações, os cientistas concluíram que nossos primeiros antepassados eram por instinto vegetarianos, especificamente frugívoros, e que recorriam a carne apenas em períodos de extrema crise. Foi durante a última era glacial que a dieta normal de frutas e legumes tornou-se praticamente impossível de satisfazer e, para substituir, tiveram que começar a comer o que encontravam. Alguns antropólogos todavia acreditam que o homem foi carnívoro na antiguidade, e que a alimentação baseada em vegetais é apenas um produto advindo da civilização. Estes antropólogos defendem que o ser primitivo vivia da caça e da pesca, por isso teria de ser carnívoro.
Se o homem fosse carnívoro por natureza, continuaria sendo e alimentar-se-ia de carne crua, sem nenhuma necessidade de condimentar-la ou de colocá-la com outros alimentos que na realidade reduzem ou mudam o sabor e até mesmo transformam a aparência da carne crua. É importante recordar que o homem primitivo não dominava o fogo nem dispunha de instrumentos para caça. E que somente depois de ter adaptado lanças, machados e etc é que pode começar a caçar animais mais fortes e rápidos do que ele. A lógica nos está provando que o homem em suas origens não foi caçador, nem carnívoro, mas sim, vegetariano e frugívoro e por falta de fogo crudívoro por excelência. Infelizmente, o costume de comer carne continuou, seja por necessidade como no caso dos esquimós e outras tribos do extremo norte, ou por hábito, condicionamento ou também por falta de conhecimento adequado. Em contrapartida, conforme nos mostrou a história, sempre existiram indivíduos e grupos de pessoas que compreenderam a importância de uma dieta vegetariana para beneficiar sua saúde ou por motivos éticos e religiosos. Pitágoras proibia seus discípulos de comer carne, garantindo que era um alimento insalubre, imoral e que ainda por cima prejudicava a inteligência. Platão, um dos sábios mais reconhecidos da antiga Grécia, era vegetariano. Seu lugar preferido era um jardim com árvores frutíferas, chamado akademos (de onde vem o termo academia), que ficava a alguns kilômetros de Atenas; ali, o discípulo de Sócrates se reunia com seus alunos para transmitir a eles seus ensinamentos filosóficos. Epicuro, precursor da filosofia monista, sobre a qual se apóia toda a ciência moderna, foi também vegetariano. Só se alimentava com frutas que ele mesmo cultivava. Benjamín Franklin, inventor do pára-raios, também foi vegetariano. Um dos personagens mais famosos que defendeu a dieta vegetariana foi Jean Jacques Rousseau, o suíço que foi um dos grandes escritores e pensadores da França em vésperas da Revolução Francesa. Tolstoi, um grande romancista russo, não somente pregou o vegetarianismo mas deu o exemplo, alimentando-se exclusivamente de frutas e verduras cruas. Há uma frase sua conhecida: “Enquanto nós formos sepulturas vivas de animais sacrificados, como podemos esperar melhores condições para a Terra?” Hoje o vegetarianismo já está muito reconhecido no mundo todo e apesar de existir certas opiniões ignorantes sobre o assunto, já não há nenhuma dúvida com relação aos benefícios que esta forma de se alimentar proporciona a quem a adota.
Voltemos a questão inicial: É natural que o ser humano se alimente de carne? Seu organismo está preparado para digeri-lá? Quanto a essas perguntas, observe o quadro abaixo que compara o biotípo do animal carnívoro, herbívoro, frugívoro e dos seres humanos.


Texto baseado no livro, La dieta del Yôga, Edgardo Caramella, Kier, 2005

Chai


Para quem estava louco para aprender como fazer em casa, o chai que servimos aqui na escola do Método DeRose Unidade Bueno, aí está. É uma bebida indiana que é servida em todas às escolas do Método, espalhadas pelo mundo inteiro. Venha conhecer nossa casa e experimentar conosco dessa bebida super energizante.

Ingredientes:

2 litros de água mineral
1/2 copo de açúcar refinado

2 paus de canela quebrados

1 copo de gengibre ralado

1/2 copo de leite em pó (Ninho)

2 sashês de chá preto

5 sementes de cardamomo amassados



Modo de preparar:


Separe 200ml de água para diluir o leite e o restante coloque para ferver.
Adcione o cardamomo, o açucar, a canela e o gengibre. Após a fervura, baixar o fogo e aguardar por 15 minutos. Depois desse tempo, dilua o leite e adcione-o ao restante da mistura deixando-o no fogo ainda por mais 5 minutos. Desligue o fogo e misture os sachês de chá preto, aguardando por mais um minuto. Coe o chai na peneira e se precisar no filtro que pode ser de papel. Coloque-o ainda quente na geladeira em uma vasilha com tampa. Para servir, esquente e coloque na garrafa térmica.

Bom apetite!



Outras receitas vegetarianas:

Bolo de chai
Cupcakes
Torta de nozes

Torta de alho-poró com ariche



Galerinha, esta receita foi cedida pelo meu querido aluno e amigo Augusto Niklaus, apresentador do super programa Trilhas da culinária. Realizamos em um dos Cinegourmets que acontecem mensalmente na Unidade Bueno do Método DeRose, feita com muito carinho, pela querida aluna Debóra da Costa. Mais uma receita especial para deixar as suas refeições ainda mais saborosas.

Ingredientes:


3 ovos
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de leite
1 colher (sopa) de fermento em pó
Manteiga para untar
Queijo parmesão ralado

Ingredientes do recheio:

4 maços de alho-poró cortados em cubos.
1 abobrinha cortada em cubos.

3 tomates cortados em cubos.

200g de ariche
Parmesão ralado para gratinar
Azeite
Orégano
Temperos a gosto

Modo de preparar:

No liquidificador bata os ovos, o leite, a farinha, o fermento, o parmesão ralado e reserve.
Em fogo médio aqueça o azeite e refogue o alho-poró até ficar macio.

Acrescente a abobrinha, o tomate, o orégano e todos os temperos que desejar.

Em uma travessa untada, desponha metade da massa, cubra com uma camada de ariche, outra camada com o refogado do alho-poró e só depois o restante da massa.

Finalize polvilhando com o parmesão ralado e leve ao forno aquecido a 200 ºC.
Sirva quente.


Bom apetite!



Outras receitas vegetarianas:
Palmito na moranga
Torta de palmito ao champingnon
Moqueca de banana

Palmito na moranga



Uma receita super divertida de preparar. Feita pela querida aluna Mariana Gomes, praticante do Método DeRose na Unidade Bueno, que com sua delicadeza contribuiu para que o nosso CineGourmet fizesse tanto sucesso. Não deixe de experimentar!

Ingredientes:

1 abóbora grande (moranga)

3 cebolas grandes picadas

50g de alcaparras

250g de mussarela ralada

100g de gorgonzola ralado

500g de palmito em pedaços pequenos
Temperos a gosto


Modo de preparar:


Lave bem a abobóra e só depois com ajuda de uma faca, recorte em volta do talo, fazendo uma tampa.

Retire toda semente deixando apenas a massa.

Leve ao microondas primeramente por 25 minutos. Se não estiver macia para retirar toda a polpa, mantenha o cozimento por mais 5 minutos. E siga acompanhando cuidadosamente o cozimento, pois vai depender muito do tamanho da abóbora.

Lembre-se que a casca precisa ficar firme, pois será o recipiente.

Depois de cozido retire do microondas e deixe esfriar totalmente, isso vai facilitar o preparo.

Em uma panela refogue bem a cebola picada e acrescente todos os temperos e reserve.

Com ajuda de uma colher, raspe a massa da abóbora com o cuidado para não perfurar a estrutura da mesma. Junte toda massa da abóbora com a cebola e os temperos e deixe cozinhar para pegar o sabor e ao mesmo tempo, deixar a massa ainda mais macia.
Quando estiver pronta, com a consistência de um creme adicione o palmito, as alcaparras e só depois os queijos.

Por último, coloque a mistura dentro da casca da abóbora.

Sirva ainda quente.


Bom apetite!


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